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domingo, 25 de setembro de 2011

Ser feliz ou ter razão?

   Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.

Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA

    Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?

    Outro pensamento parecido, diz o seguinte: "Nunca se justifique; os amigos não precisam e os inimigos não acreditam".

    Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?

Enviado por: Jilana Maia

domingo, 11 de setembro de 2011

Um pequeno ensinamento virou sucesso!

O texto a seguir foi extraído do DVD Ramtha: Create Your Day — An Invitation to Open Your Mind: “Você já percebeu que assim que acorda você não sabe quem é; e você desperta e não sabe quem você é. Você já percebeu como olha em torno do quarto para se orientar, e o que é mesmo surpreendente é quando você vê a pessoa a seu lado e por um segundo não sabe quem ela é? Eu acho que você deveria pensar muito nisso. Nós passamos os primeiros momentos antes de sair da cama nos orientando, refazendo a ligação com uma identidade que por um instante nós nem mesmo tínhamos, e a identidade é aquela [coisa] que começamos a formar quando olhamos para a pessoa a nosso lado. Então, nos levantamos, começamos a coçar nossos corpos (...), então ficamos de pé e vamos ao banheiro e no caminho olhamos para nós mesmos. Por que fazemos isso? Por que olhamos para nós mesmos? Porque estamos tentando lembrar quem somos. Ainda é um mistério.

Mas se você precisa se lembrar de quem é e dos parâmetros de sua aceitação e do muro de sua dúvida, se t em de passar por esse ritual todo santo dia, qual a chance de seu dia ser especial? (...) Mas, e se (...) antes de tentar lembrar quem é, você se lembrasse do que você quer ser, e talvez isso viesse imediatamente antes de ver seu cônjuge, de se tocar, de sair da cama, de assustar o gato e de se olhar no espelho. Antes de fazer tudo isso você se lembrou de algo: ‘Antes que eu me ligue no ritual da minha rede neural, vou criar um dia surpreendente, que vou acrescentar à minha rede neural, que vai acrescentar experiência à minha vida e você cria seu dia. Aquele momento em que você ainda não é quem você é, esse é o momento mais sublime (...) Naquele momento você vê o extraordinário, você pode esperar e aceitar o incomum, você pode aceitar um aumento de salário hoje.

Se você se tornar você mesmo, sua expectativa de um aumento de salário diminui muito. Nós dois sabemos disso. Mas nesse estado de inconclusividade sobre sua identidade, você pode criar qualquer coisa.

Assim eu digo a meus alunos: antes de se levantar e lembrar quem você é, crie seu dia. Depois de você criar seu dia, sua rotina vai mudar. Vai ser uma pessoa ligeiramente diferente olhando para o vaso sanitário, olhando-se no espelho. Vai haver alguma coisa diferente em você, e isso vai ser maravilhoso?’

Esse ensinamento magnífico se dirige ao “eu” que, afinal, foi o objeto do capítulo. Quem é o “eu” que está criando? Se é a personalidade, então as criações vêm das estruturas, hábitos, propensões, redes neurais e daquela mesma estrutura de personalidade de sempre, e tudo o que for criado será o mesmo de sempre. Criar o que já existe é praticamente não criar.

Ou a criação está vindo do ser mais elevado, do ser Deus, caso em que ela em geral é inconsciente e resulta de algum carma profundamente enterrado. Dessa maneira, embora as criações sejam maravilhosas para o espírito, para a personalidade isolada, elas parecem arbitrárias e injustas e dão origem a sentimentos de impotência e vitimização.

Essa técnica faz uso do momento do não ser ou do novo ser. De dentro desse eu, alguma coisa verdadeiramente nova pode se manifestar. Alguma coisa que você cria conscientemente. E criar assim desmonta para sempre a armadilha da vitimização e da impotência.

E cada dia estabelece, de forma muito real, que você cria sua realidade.

E, se isso for verdade, essa confirmação é como gasolina no fogo.

PENSE UM POUCO NISTO...

  • Quais são os limites, se houver, da sua criatividade e do seu poder?
  • Podemos mudar as leis da física? Se pudermos, elas serão leis? O que são leis?
  • Quando aprendemos a criar com mais eficiência, que tipo de responsabilidade passamos a ter?
  • Quando aprendemos a criar com mais eficiência, que tipo de responsabilidade passamos a ter?
  • Qual é a maneira mais construtiva de usar a criatividade?
  • Como podemos saber se nossos objetivos individuais estão alinhados com os objetivos cósmicos?
  • Qual o impacto de saber que estamos criando o tempo todo, conscientemente ou não?
  • Qual a diferença entre a personalidade e o nível mais elevado da consciência?
  • Como posso saber a diferença?
  • Quando sei que é minha personalidade que está criando e quando sei que é minha consciência mais elevada?
  • A minha personalidade é ruim?

domingo, 28 de agosto de 2011

O Sapo e a Rosa

"Havia uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a mais linda do jardim.
Mas, começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe.

Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo grande, e esta era a razão pela qual ninguém aproximava-se dela.

Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.

O sapo, muito humildemente, disse:

- Está bem, se é assim que você quer...

Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.

Penalizado, disse a ela:

- Que coisa horrível, o que aconteceu com você?

A rosa respondeu:

- É que, desde que você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.

O sapo respondeu:

- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que era a mais bonita do jardim...

Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que somos superiores a eles, mais 'bonitos', de mais valor, ou que eles não nos servem para nada.

Deus não fez ninguém para 'sobrar' neste mundo. Todos tem algo a aprender com outros ou a ensinar a eles, e ninguém deve desvalorizar a ninguém.

Pode ser que uma destas pessoas, a quem não dá valor, faça-nos um bem que nem mesmo nós percebemos.

Que Deus nos abençoe e nos ajude a enxergar a 'beleza' dos outros. "

Autor desconhecido

domingo, 7 de agosto de 2011

A mágoa em nosso coração

Quando desenvolvemos em nosso coração a mágoa, estamos tirando de nós à capacidade de reagir positivamente diante de algo ou alguém que nos feriu.
Este sentimento toma conta de nossa consciência, nos amarrando em acontecimentos do passado ou do presente, mas que nos impedem de reagir e tomar outro rumo em nossa vida.
Vivemos a mágoa intensamente, nos machucamos dia a dia, nos tornamos tristes e rancorosos, deixando em nós a sensação de impotência diante da vida.
Não alimente em seu coração a mágoa, porque não teremos benefício algum com esse sentimento, ele nos leva a enganos e não nos permite desenvolver o perdão e a compreensão em nossa vida.
Quando algo ou alguém te ferir, não valorize esse sentimento sofredor, busque o entendimento como seu parceiro e perceba que o ferimento causado em seu coração nada mais é que o aprendizado da vida e todos passamos em algum momento por uma dor moral ou física e para obtermos a cura vai depender de como cada um de nós vai reagir.
Se vamos nos martirizar eternamente por isso ou se vamos utilizar do perdão e seguirmos adiante sem ficarmos reféns da mágoa dentro de nós, atrasando nosso adiantamento.

Disponível em: http://www.gotasdepaz.com.br
Enviado por: Jilana Maia

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Vamos analisar?



Até parece que estou fazendo uma brincadeira ao postar este vídeo, mas vejam o diálogo do menino com Deus. Que Deus é esse que ele foi apresentado? Como definimos Deus às nossas crianças?

Opinem.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Receita de Panetone da Felicidade!

Ingredientes:
1 xícara de amizade
2 xícaras cheias de compreensão
200g de paciência
1 xícara de humildade
1 copo grande, transbordando, de alegria
1 pitada de bom humor
1 colher de fermento de personalidade cristã



Preparo:
Meça as palavras cuidadosamente. Acrescente compreensão, humildade e paciência, misturando tudo com muito amor. Não deixe esfriar. A temperatura ideal é a do coração. Acrescente os outros ingredientes e espere o fermento agir.
A receita não falha. Se alguém não gostar é porque tem o paladar estragado e precisa consultar o quanto antes o Médico chamado JESUS CRISTO.

Modo de servir:
Divida o panetone em 365 porções para que você e todos os que você ama possam todos os dias do próximo ano saboreá-lo.

Observação importante:
Esta receita não deve ficar guardada. Ela deve ser compartilhada com amigos e vizinhos.

Enviado por Edvaldo Cesar.

Desejo a todos um Natal de luz, paz e reflexões sobre a mensagem trazida pelo aniversariante, Jesus.
Grande beijo!

Vamos compartilhar esta receita??