domingo, 15 de maio de 2011

Cotonetes espirituais

“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.” Salmo 23

O salmo citado acima nos esclarece sobre a presença divina na nossa vida em todas as ocasiões, principalmente nas dificuldades. Entendo que a divindade é ostensiva através dos benfeitores que se dispõem a nos auxiliar, como diria o texto da cerimônia católica do casamento “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença”. A questão é que nem sempre estamos atentos, despertos para ouvir as sugestões oportunas que esses anjos nos enviam, muito pelo fato de não termos os nossos ouvidos treinados. Aí é que entra o “cotonete espiritual”.

Para que serve? Onde posso comprar? Qual o preço? É de algodão? Nenhuma das perguntas anteriores tem importância alguma, a não ser a primeira. Para que serve?

A ferramenta que batizei de cotonete espiritual não é algo físico. Não tem algodão, não se pode comprar, não é rígido nem flexível, não é azul, mas serve para melhorar a nossa audição interna, a audição da nossa alma. Serve para que possamos escutar melhor os recados enviados à nossa ajuda. E como posso fazer isso? Modificando-me.

Já escutamos sobre o autoconhecer, as questões morais, o conhecimento das leis de causa e efeito, mas nada disso fará sentido se não quisermos nos modificar. Caso a renovação não tenha sido iniciada, nem adianta se preocupar com a limpeza da audição da alma. Vamos entender melhor os recados, mas corremos o risco de cairmos na inércia.

Uma coisa é certa, os cotonetes estão ao alcance de todos. Cada um de forma particular, já que para as questões intrínsecas não existem fórmulas mágicas. O seu material está disponível no seu coração, assim como o meu está disponível no meu. Somente nós, e os nossos protetores, conhecemos as nossas necessidades individuais e é por isso que você não pode usar o meu cotonete e nem eu posso usar o seu.

Mesmo na impossibilidade de utilizarmos o cotonete do próximo uma verdade é inconteste. Podemos ajudar uns aos outros na busca pela renovação, pelo exercício diário, pela modificação, encorajando, falando e, principalmente, agindo.

É isso. Pegue o seu cotonete e inicie a limpeza do seu aparelho psíquico, da audição da alma. Certamente as mensagens chegarão mais claras “ainda que ande no vale da sombra da morte”.

Autor: Ivan Cézar
Colaboração: Thaize Barbosa

Opinem!!!!

domingo, 8 de maio de 2011

MATERNIDADE DIVINA – A GRANDE DEUSA-MÃE

Sendo a Trindade Suprema constituída por três pessoas, uma delas deveria ser necessariamente a “mãe”, uma vez que as outras duas são o Pai e o Filho.

No cristianismo gnóstico primitivo, a terceira pessoa (o Espírito Santo) era identificada com Sofia (ou sabedoria ativa), uma representação feminina.

Com a exclusão do princípio feminino da Trindade, o cristianismo se tornou uma das poucas religiões que negligenciaram o aspecto feminino da Divindade, embora o culto a Maria tenha sido introduzido apressadamente no início da idade média, porque a falta deste princípio estava levando muitos dos fiéis a retornarem aos cultos “pagãos” de Ísis, Hathor, Demeter, Ceres, Freya, Athena, Afrodite, Cibele Ártemis, Epona, Kwan Yin, Kali, Saraswati, Lakskmi e Parvati.

O arquétipo da Grande Mãe Universal, geradora e sustentadora da vida e consoladora dos aflitos está profundamente arraigado no inconsciente coletivo da humanidade.

Esse arquétipo pode ser substituído na forma superficial por outra imagem simbólica, como ocorreu na substituição do culto de Ísis pelo culto de Maria, mas, em essência, trata-se do mesmo princípio da maternidade universal, a grande-mãe levada a seu nível mais arquetípico e universalizado.

Por trás da estonteante profusão de deusas das religiões pré cristãs, pode-se perceber a presença do mesmo arquétipo: a deusa-mãe, que produz e sustenta as formas de vida. A deusa consoladora e nutriz a quem os fiéis dirigiam suas preces e oferendas nos momentos de aflição e sofrimento.

O protestantismo nega veementemente a validade do culto à Maria, porque o protestantismo nada mais é do que o judaísmo reciclado e cristianizado, mantendo, porém as atitudes básicas e valores do judaísmo tradicional, uma religião essencialmente masculina.

Além desse aspecto, o protestantismo é uma religião pouco afeta ao simbolismo, sendo fundamentada numa interpretação mais literalizada das escrituras.

Esquecem-se, porém, de que o judaísmo atual é produto da codificação dos levitas jeovitas. No judaísmo primitivo, o Deus El tinha uma consorte, Áshera. Também na Cabala existem personificações femininas das Sephitotes (esferas de emanação), a exemplo de Binah e Netzah.

O próprio texto do Gênese começa com uma frase simbólica e enigmática: “No início, o espírito de YHWH pairava sobre a face das águas”.

Essa é uma frase de uma profundidade e riqueza simbólica extraordinária. Seria grotesca a interpretação literal de se imaginar que o texto se refere a um homenzarrão pairando sobre um vasto oceano de águas revoltas.

A metáfora significa que antes de a manifestação se iniciar, havia dois princípios: o princípio de Vida/Consciência (O Espírito de Deus) e o princípio original da matéria (as águas) que estavam em estado revolto como um grande mar de matéria-raiz primordial, que formava o oceano do caos na aurora da manifestação.

Um taoísta experimentado perceberia nesses dois princípios o Iang e o Ying primordiais, princípios cósmicos impessoais expressos através de simbolismo, que é a única maneira de aludir a algo tão distante da experiência humana e tão além da compreensão humana, especialmente de povos primitivos da idade do bronze.

Essas “águas primordiais” sobre as quais pairava o Espírito de YHWH são a verdadeira Virgem Maria, capaz de gerar o universo como o filho de sua união com o sopro de IHWH.

Esse é o mistério maior, representado em escala menor pela imaculada concepção de Maria.

Em escala cósmica, Maria (ou a Grande mãe) é o grande mar, o útero cósmico de onde nasce o universo. Não é por acaso que as palavras mar e maria, assim como mater e matéria têm a mesma origem.

Em sua visão impessoal da origem do mundo através da interação dos princípios masculinos (Iang) e feminino (Ying), os taoístas correm menos riscos do que os ocidentais de confundir símbolos com realidades.

Eles sabem que, na realidade, não existe a dualidade entre Pai e Mãe, ou entre o “Espírito de Deus” e a “face das águas”. Ambos são aspectos diferenciados da mesma unidade, são diferentes polaridades do grande Tao.

Assim, resolve-se o problema da maternidade divina, sem necessidade de se criar dualidades ou de supor que existe “um deus” e “uma deusa”.

Fazendo-se uma analogia com a luz do sol, pode-se notar que a Luz do sol em si mesma corresponde ao “Pai”. A mesma luz, atuando como o princípio criador e nutridor das formas de vida, corresponde à mãe. Nessa analogia, o “Pai” representa o princípio fertilizador da luz. A “mãe” representa o princípio criador e nutridor das formas de vida. E o “filho” representa os seres criados, que, por sua vez, repetem o mesmo ciclo em seu ambiente de vida.

Neste momento de virada de século (e também de ciclo), nota-se uma saturação e esgotamento da forma de religiosidade predominantemente masculina oferecida pelo cristianismo eclesiástico. A humanidade anseia por novas sínteses integradoras, ao mesmo tempo em que as velhas formas reagem e se solidificam através do fundamentalismo.

Todavia, nada pode conter o movimento inexorável dos ciclos, e uma nova religião que reintegre Deus-Pai, Deus-Mãe e Deus-Filho irá reaproximar a humanidade e promover a renovação do mundo.

Disponível em: http://www.sociedadeteosofica.org.br/bhagavad/site/livro/cap38.htm

domingo, 1 de maio de 2011

Transição sem tragédias

Sempre existiu na humanidade a certeza de que o mundo se acabaria como uma forma de castigo à humanidade por não estar correspondendo aos anseios, vontades, desígnios de Deus. As religiões se incumbiram de transformar em realidade fatos mitológicos, como instrumento de intimidação, consequentemente de domínio. Domínio pelo medo. Permanece no imaginário, no inconsciente coletivo de todos a punição a Prometeu, personagem mítico grego, por ter roubado do Olimpo, de Zeus, o fogo da liberdade, do conhecimento. Sentenciado ao sofrimento eterno, tem o seu fígado devorado pela manhã por uma águia e reconstituído à noite para, no dia seguinte, começar tudo de novo.

Infelizmente, muitos espíritas também embarcam nessa história, só faltam falar, como verdade, do arrebatamento bíblico, onde os “bons” desaparecerão, sumirão e aqui na Terra ficarão os “maus” para sofrerem as intempéries da vida, dos desastres, das catástrofes. Ora, ora, imaginar tal crueldade de Deus é, no mínimo, imaginá-Lo como Zeus, perverso, cruel e não o Amor como João o conceituou. Pena que muitos pregadores religiosos tentam justificar o natural dos processos humanos como o fim de tudo, transição para a reconciliação. Bobagens.

Os habitantes da Terra sempre estiveram à mercê dessas “profecias”, esperando o momento de tal transição. A verdade é que ela se dá naturalmente, sem a intervenção de qualquer “ira” divina, pois não se trata de vingança, mas de graduação evolutiva.

Fico imaginando o que disseram os religiosos sobre o Vesúvio e Pompeia; sobre a peste negra que dizimou um terço da população da Europa; da gripe espanhola que matou entre oitenta e cem milhões de pessoas, mais do que as duas grandes guerras juntas; os terremotos na China, no século XVI, que mataram cerca de 900 mil pessoas; na Índia do século XVII foram mais de 300 mil. Sem falar, naturalmente, dos grandes desastres sem registros.

Quebremos, portanto, essa lenda do fim de mundo, de eleição dos escolhidos com os gáudios da vida eterna e aos desertores do “bem”, o suplício das enchentes, dos tsunamis, terremotos. Chega a ser cruel com todos os seres humanos decentes, famílias inteiras que porventura morreram e morrem nesses naturais desastres que permeiam a Terra por contingências inerentes a este habitat de todos nós.

Não sejamos arrogantes a ponto de acharmos que somos os escolhidos e aqueles que morreram e morrem nessas situações de tragédias estão “pagando” pelos seus desatinos. É difamação contra milhares de pessoas, repito que, centenas delas, sem dúvida alguma, pela probabilidade, guardaram as suas vidas pautadas na ética e na moral, por que não?!

A Terra prosseguirá o seu trajeto evolutivo e manterá o seu desiderato de acordo com a sua própria estrutura constitutiva, ou reagindo, em caso de enchentes, à indevida ocupação do homem sobre seus espaços.

Deus não é Zeus, nem um ser, já sabemos “é uma inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas”, então, não se vinga.

Autor: José Medrado - Fundador e Presidente do complexo Cidade da Luz

domingo, 24 de abril de 2011

Reflexão musical sobre a vida

O que é, o que é?
Gonzaguinha

Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita

Viver, e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser um eterno aprendiz
Ah, meu Deus, eu sei, eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita

E a vida?
E a vida, o que é? Diga lá meu irmão
Ela é a batida de um coração?
Ela é uma doce ilusão? ê ô

Mas, e a vida?
Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é, o que é, meu irmão?
Há quem fale que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota no tempo
Que não dá um segundo

Há quem fale que é um divino mistério profundo
É o sopro do Criador numa atitude repleta de amor
Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que o melhor é morrer
Pois amada não é, e o verbo é sofrer
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder ou quiser
Sempre desejada, por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte, só saúde e sorte
E a pergunta roda, e a cabeça agita
Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita

Link: www.youtube.com/watch?v=4-N5P2geaO4

Quer da sua vida maravilha ou sofrimento?

domingo, 17 de abril de 2011

Meditar é viver! Mais e melhor.


Comparada com os efeitos produzidos apenas por medicamentos, a meditação transcendental diminuiu em 49% as mortes por câncer, em 30% as decorrentes de problemas cardiovasculares e em 23% as provocadas por doenças em geral. O estudo, publicado no prestigiadíssimo periódico American Journal of Cardiology, durou nada menos do que 18 anos e foi feito com 202 homens e mulheres idosos e hipertensos que se dedicaram a essa prática sistematicamente. Duas vezes, todo santo dia, durante 20 minutos - nada além disso. Note que o estudo se refere à meditação transcendental, uma entre as cerca de 6 mil técnicas meditativas existentes no mundo. Não que as demais não sejam eficazes. São - e isso já está mais do que comprovado. "Todas causam um estado de relaxamento psicofísico", explica Roberto Cardoso, professor do Curso de Especialização em Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O que diferencia a transcendental das demais é, além da simplicidade, a rapidez de seus efeitos. "Ela age de forma surpreendente desde os minutos iniciais, permitindo que o corpo descanse duas vezes mais do que durante o sono", afirma Robert Schneider, diretor do Centro de Prevenção e Medicina Natural da Universidade Maharishi, em Iowa, nos Estados Unidos, e um dos principais autores da pesquisa. Relativamente nova, foi criada há cerca de 40 anos por Maharishi Mahesh Yogi, que se tornou famoso depois de virar o guru dos Beatles. Diferentemente de outras técnicas, a meditação transcendental não tem cunho religioso nem requer rituais ou a repetição de complicadas palavras em sânscrito, língua indiana predominante em religiões como o budismo e o hinduísmo. Basta se sentar - e não precisa ser na clássica posição de lótus - e meditar, sem a necessidade de total isolamento. No chão ou numa cadeira, num sítio bucólico ou numa movimentadíssima avenida, não importa. O resultado é o mesmo, desde que, é claro, você se mantenha numa posição que não force os ossos nem os músculos.

Segundo especialistas, o corpo e a mente entram num estado de relaxamento profundo que ajuda a eliminar o estresse. "Ao permitir ao corpo esse descanso, a inteligência interna desperta e restaura o que estiver em desequilíbrio", explica Schneider. Traduzindo em miúdos, a meditação faz aumentar as ondas alfa no cérebro, relacionadas ao relaxamento. Nesse estado, cai o consumo de oxigênio, desaceleram-se os batimentos cardíacos e o metabolismo inteiro diminui. Em outras palavras, o organismo gasta menos energia para funcionar. "Isso representa um tremendo repouso", diz Cardoso.

Sem contar que a prática regular reduz o estado de alerta permanente - aquela mania que a gente tem de estar sempre ligado em tudo - e manda embora a ansiedade. "Depois de dois ou três dias, já dá para sentir maior serenidade interior", garante Markus Schuler, professor da Sociedade Internacional de Meditação Transcendental, em São Paulo. Meditar significaria, então, a cura de todos os males? Para o acupunturista Norvan Martino Leite, de São Paulo, esse é um treinamento mental que pode ajudar a debelar muitas doenças. "Não existe técnica milagrosa", diz ele, que ensina um método meditativo chinês aos seus pacientes. "A prática regular cria condições para resolver os problemas e, assim, melhorar a saúde", afirma. Na raiz de grande parte das doenças estaria o estresse, que, como se sabe, dá maus frutos. "Ele aumenta o desequilíbrio de hormônios, como o cortisol, que inflama as artérias. Isso causa hipertensão e pode resultar em derrames e ataques cardíacos", resume Robert Schneider.

A meditação transcendental, utilizada no estudo, confirmou algo que os cientistas já suspeitavam: ela contribui até para evitar o acúmulo de placas gordurosas nas artérias do coração, a temida aterosclerose. Para a consultora de ambiente hospitalar Célia Cristina Catenaccio, de 50 anos, a prática da meditação foi decisiva para vencer um tumor alojado no cérebro. "Só consegui enfrentar 13 cirurgias seguidas por causa dela. Um dia, depois de uma operação de 12 horas, já me levantei da maca para meditar. Graças a isso, consegui reduzir minha internação em 12 dias. Se não fosse a meditação, eu não teria suportado." Ela só faz bem. Há mais de 30 anos a Medicina estuda os benefícios dessa prática milenar, seja para prevenir doenças, seja para tratá-las ou mesmo servir de atalho para a cura. Além de ensinar nosso organismo a gastar menos energia e dar um breque no efeito dominó do estresse, a meditação nos ajuda a raciocinar melhor.

PASSO-A-PASSO

Aprenda a técnica básica da meditação. Inspire e expire sempre pelo nariz

1. Com uma roupa confortável e os pés descalços, sente-se num local onde se sinta bem acomodado. Se for numa cadeira, fique na ponta para apoiar os pés no chão. Numa almofada, cruze as pernas.

2. Encaixe os quadris e mantenha a coluna ereta. Solte os ombros para não forçar a musculatura. Evite mudar de posição, mesmo que sinta dor e desconforto. Isso facilita a concentração e evita os pensamentos dispersivos.

3. Para manter a cabeça na linha da coluna, incline levemente o queixo para baixo até que ele fique paralelo ao corpo. A língua no céu da boca facilita a passagem da saliva. Mantenha os olhos semiabertos e fixe-os num ponto para não adormecer.

4. Coloque a mão direita sobre a esquerda e una a ponta dos polegares. Repouse as mãos nesta posição em seu colo. Agora, procure esvaziar a mente, sem se concentrar em nenhum pensamento.

Autora: Débora Didonê - Revista Saúde


Podemos tentar??

domingo, 10 de abril de 2011

Aparências


Não acuse o irmão que parece mais abastado. Talvez seja simples escravo de compromissos.

Não condene o companheiro guindado à autoridade. É provável seja ele mero devedor da multidão.

Não inveje aquele que administra, enquanto você obedece. Muitas vezes, é um torturado.

Não menospreze o colega conduzido a maior destaque. A responsabilidade que lhe pesa nos ombros pode ser um tormento incessante.

Não censure a mulher que se apresenta suntuosamente. O luxo, provavelmente, lhe constitui amarga provação.

Não critique as pessoas gentis que parecem insinceras, à primeira vista. Possivelmente, estarão evitando enormes crimes ou grandes desânimos.

Não se agaste com o amigo mal-humorado. Você não lhe conhece todas as dificuldades íntimas.

Não se aborreça com a pessoa de conversação ainda fútil. Você também era assim quando lhe faltava experiência.

Não murmure contra os jovens menos responsáveis. Ajude-os, quanto estiver ao seu alcance, recordando que você já foi leviano para muita gente.

Não seja intolerante em situação alguma. O relógio bate, incessante, e você será surpreendido por inúmeros problemas difíceis em seu caminho e no caminho daqueles que você ama.

Chico Xavier e André Luiz - Agenda Cristã

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domingo, 3 de abril de 2011

Em busca da Paz


Para haver paz no mundo, é necessário que as nações vivam em paz.

Para haver paz entre as nações, as cidades não devem se levantar uma contra a outra.

Para haver paz nas cidades, os vizinhos precisam se entender.

Para haver paz entre os vizinhos, é preciso que reine harmonia no lar.

Para haver paz em casa, é preciso encontrá-la em seu próprio coração.


Autor: Lao Tzu, China – século VI A.C.
Disponível em: http://g1.globo.com/platb/paulocoelho/2010/11/06/lao-tzu-china-seculo-vi-a-c/

Já compreendemos o sentido da PAZ?